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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

CURIOSIDADES EM CAPAS DE FILMES

Hoje estava em uma rede social, quando me deparei com um post que tratava exatamente de "coincidências" em fotografias de capa de filmes. Isso me chamou bem atenção porque é um assunto que mexe com duas áreas da minha vida: Publicidade e Fotografia. Deixo aqui os links.

*Em homenagem ao post de Joice Tavares (Facebook).

*Site: crecked.com

http://www.cracked.com/article_19903_9-actors-who-do-exact-same-thing-every-movie-poster.html

http://www.cracked.com/article_19093_8-actors-who-look-exactly-same-every-movie-poster.html?wa_user1=3&wa_user2=Movies+%26+TV&wa_user3=article&wa_user4=yesincite

As páginas estão em inglês, mas vale a pena traduzir e notar que, por trás de toda lente existem características peculiares.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

FOTOS DE Brandon Voges

Olhem as fotos e me digam se há algo em comum com elas...














Adivinhou? Não?

Elas são fotografias de pessoas de cabeça pra baixo!!!!!!!!!
Mais uma criação do fotógrafo Brandon Voges, conhecido pelo mundo da Publicidade.

Fora a questão de pendurar as pessoas de ponta a cabeça, noto também uma padronização de cor entre os modelos das fotos. Isso é mais uma característica que Brandon usa para unificar cada criação.

Muito bom!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

EXPOSIÇÃO SOFHIE CALLE- Cuide de você

É bem verdade que as palavras movem moinhos, como já dizia o ditado dos tempos de minha avó. Elas servem para construir sonhos e destruir castelos, de uma só vez. Mas, mesmo sendo tão simples de entender, elas possuem tantas e tantas interpretações, de acordo com cada ser que dela ouve, lê ou sente.

Os diferentes sentidos das palavras causam algumas confusões, para emissores e receptores do processo, porém é compreensível tentar entender cada letrinha, no contexto geral e específico, e daí estudarmos o que se quis passar com aquilo.
E, baseado no processo de interpretações, hoje venho falar de uma Exposição maravilhosa que andei frequentando nesse mês. Não poderia ser voltado a outro público-alvo senão mulheres- esses seres incríveis que conseguem captar essências nos diálogos masculinos menos compreensíveis ao mínimo de inteligência possível.
SOFHIE CALLE- "CUIDE DE VOCÊ"
Com dois espaços dentro do MAM, a exposição agrada aos olhos das mais sensíveis, com vídeos, fotografias, textos, encenações e a própria carta escrita pelo companheiro, traduzida em português.
Sofhie Calle é uma francesa que sofreu uma ruptura de relacionamento através de uma carta. Assim como todas as mulheres, ela quis tentar entender o que as poucas palavras deixadas pelo companheiro significava para seu sentimento. Resolveu, então, montar uma exposição da qual traduzia, em diversos aspectos, sua dolorosa experiência emocional.
Levou a carta para 107 mulheres diferentes, com diferentes profissões, para que estas pudessem interpretar, à sua maneira, todo o conteúdo escrito.
Em certo momento da exposição, as mulheres são convidadas a sentar em uma cadeira e ouvir (em francês- com tradução no monitor) uma conversa entre ela (Sofhie Calle) e a carta- simbolizando o ex-companheiro, deixando a outra cadeira vazia. Essa experiência nos leva a um profundo questionamento de nós mesmas e dos nossos relacionamentos. A outra cadeira permanece vazia, propositalmente, como se, ao vê-la questionar os valores do relacionamento, pudéssemos, também, nos colocar na cena.
Na exposição, também contamos com a ajuda de um manual, que nos orienta em cada profissão, em cada tradução, contando diversas interpretações de cada fotografia. Nessa fotografia, por exemplo, nota-se que a interpretação dada do final do relacionamento é semelhante à partida do jogo de xadrez, onde o rei se sente desmotivado e desiste, mesmo que não ameaçado.
Mas o que me fez refletir todo o processo intenso de uma carta vazia e sem sentimentos foi o final, onde ele assina "Cuide de você". Semelhantemente à meus desapegos, quando quero que alguém vá embora da minha vida, digo sem piedade "Se cuida", como se isso, de fato, tirasse o peso da responsabilidade de mim. Mas, ao menos, nunca escrevi uma carta, como despedida. Independente de como a pessoa queira se livrar da outra, a atitude menos digna é sumir dexando letras no papel...

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